quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Foguetão Vega faz a sua primeira viagem ao espaço


Aquele que foi desenhado para levar para órbita pequenos satélites científicos e governamentais, realizou com sucesso a primeira missão espacial do foguetão Vega, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla inglesa).

O aparelho, com 30 metros de altura, partiu da Guiana Francesa às 7:00 locais (10:00 em Lisboa), completando a missão 70 minutos depois.

O Vega foi desenhado para colocar em órbita satélites científicos e governamentais.

«Um novo membro na família dos lançadores nasceu», disse Jean-Jacques Dordain, director da ESA.

Reflexão: Mais foguetão em ir ao espaço, o nosso mundo está sempre a evoluir.

Publicado por Flávia, Margarida e Rui com a ajuda do seguinte site iol.pt

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Os Glaciares


Glaciar é uma grande e espessa massa de gelo formada em camadas sucessivas de neve compactada e recristalizada, de várias épocas, em regiões onde a acumulação de neve é superior ao degelo. É dotada de movimento e desloca-se lentamente, em razão da gravidade, relevo abaixo, provocando erosão e sedimentação glacial.
Os glaciares podem apresentar extensão de vários quilómetros e espessura que pode também alcançar a faixa dos quilómetros. A neve que restou de uma estação glacial dá-se o nome de nevado (usa-se também o termo alemão Firn e o francês nevé). O nevado é uma etapa intermediária da passagem da neve para o gelo. À medida que se acumulam as camadas anuais sucessivas, o nevado profundo é compactado, recongelando-se os grânulos num corpo único.
O gelo dos glaciares é o maior reservatório de água doce sobre a Terra, e perde em volume total de água apenas para os oceanos. As geleiras cobrem uma vasta área das zonas polares mas ficam restritas às montanhas mais altas nos trópicos. Em outros locais do sistema solar, as grandes calotes polares de Marte rivalizam-se com as da Terra.
De entre as características geológicas criadas pelos glaciares estão as moreias terminais ou frontais, mediais, de fundo e as laterais, que são cristas ou depósitos de fragmentos de rocha transportados pelo glaciar; os vales em forma de U e circos em suas cabeceiras, e a franja do glaciar, que é a área onde o glaciar recentemente derreteu.

 
Reflexão: Os glaciares são enormes camadas de gelo que se encontram à superfície. É fascinante a forma como estes se formam e mais incrível ainda são as estupendas paisagens que estes glaciares nos proporcionam.

Publicado por Flávia, Margarida e Rui e com a ajuda do seguinte site jn.pt

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Cheias no Brasil


Uma série de inundações repentinas e deslizamentos de terra atingiu a região montanhosa perto do Rio de Janeiro, Brasil, destruindo prédios, estradas e muito mais. 

Cerca de 14.000 pessoas estão desabrigadas, 759 mortas e outras 400 continuam desaparecidas. 

Este foi o pior desastre natural de sempre no Brasil. 

Enquanto os soldados fazem o seu caminho para cidades remotas com auxílio e transporte, o governo do Brasil anunciou que iria acelerar os esforços para construir um programa nacional de prevenção de desastres e um sistema de alerta precoce.

Cheias no Brasil
Reflexão: Na maior parte dos casos é possível prever com alguma antecedência a possibilidade de ocorrência de uma cheia. Efetivamente, como, com frequência, os episódios de cheias estão associados e determinadas condições meteorológicas que provocam precipitação longa e persistente, ou curta mas muito intensa, a análise das situações sinópticas permite que as instituições oficiais prevejam o que vai acorrer com horas ou dias de antecedência.

Texto escrito por Margarida, Flávia e Rui com a ajuda do seguinte site:



terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A Terra vista pelo satélite Suomi

A agência espacial dos Estados Unidos (NASA) mostrou as primeiras imagens captadas com o instrumento CERES, que está no satélite Suomi para melhorar as previsões meteorológicas e aumentar o entendimento das alterações climáticas, noticia a Efe.
Os resultados do CERES ajudarão os cientistas a determinar o equilíbrio energético da terra, proporcionando um registo de longo prazo deste parâmetro ambiental crucial, que servirá para consolidar a informação dos seus antecessores.
O CERES chegou ao espaço em 28 de outubro de 2011, a bordo do satélite Suomi, de observação da Terra, que resulta de uma aliança entre a NASA, a Administração dos Oceanos e da Atmosfera e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

Fotografia © NASA
Texto escrito por Margarida, Flávia e Rui com a ajuda dos seguintes sites:


domingo, 29 de janeiro de 2012

Maior tempestade solar desde 2005 é um fenómeno regular

A maior tempestade solar desde 2005, que se tornou visível na terça e quarta-feira, com o aparecimento de auroras boreais, é um fenómeno "regular, perfeitamente normal", disse o diretor do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).


"O sol tem um ciclo de atividade de 11 anos. Passámos por um mínimo há dois ou três anos e agora a atividade está a subir. É uma coisa regular, perfeitamente normal. Que ninguém esteja preocupado com 2012, porque senão tinham de se preocupar com 2011 (...) e todos os anos para trás. Esta é a história do planeta", afirmou Rui Jorge Agostinho.

Segundo a agência espacial norte-americana (NASA), o Sol entrou em erupção no domingo, libertando uma carga anormal de partículas, como protões, na direção da Terra.


Na terça-feira, o site da agência espacial referia que esta nuvem de radiação estava a deslocar-se a uma velocidade 2.250 quilómetros por segundo e deveria atingir o escudo magnético da Terra entre as 14:00 e as 22:00 de terça-feira.


"Há três efeitos possíveis. Um deles já começou a ser visível que é o aparecimento de auroras boreais com maior intensidade", indicou Rui Jorge Agostinho.


Segundo o diretor do Observatório Astronómico de Lisboa em Portugal este tipo de fenómenos já foi visível.

Fotografia © REUTERS/SOHO/ESA & NASA


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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Vulcões São 'engolidos' Por Fenda Tectónica No Pacífico

As imagens feitas pela equipa de pesquisadores das universidades de Oxford e Durham, na Grã-Bretanha, revelaram uma fila de vulcões de milhares de metros de altitude a ser engolida pela falha à medida que estes se deslocam em direção ao abismo.

A falha tem quase 11 quilômetros de profundidade e poderia facilmente acomodar em seu interior o Monte Everest.

Os pesquisadores afirmam que entender melhor esse fenômeno – sobretudo no chamado Círculo de Fogo do Pacífico, uma das áreas mais ativas da Terra – pode aperfeiçoar os sistemas de alerta de terremotos subaquáticos e tsunamis.


Imagem mostra erupção de vulcão que está no fundo do mar
Reflexão: Estas imagens computadorizadas obtidas por ressonância mostram vulcões submarinos a cair num principio a quilómetros de profundidade, o que mostra a evolução do homem em chegar perto de algo muito perigoso mas ao mesmo tempo maravilhoso.

Texto escrito por Margarida, Flávia e Rui com o apoio dos seguintes sites:


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Geólogos internacionais investigam formações raras em Valongo

Uma equipa de geólogos estrangeiros está interessado em estudar vestígios de formações geológicas existentes na Serra de Santa Justa, em Valongo, datadas do período do Ordovícico – na escala de tempo geológico, corresponde à Era Paleozóica. Estas formações retratam geologicamente Valongo há 490 milhões de anos, altura em que o território era ainda parcialmente coberto por mar.

Segundo os especialistas participantes, “estas formações, visíveis sem recurso a escavação, são únicas no mundo, sendo por isso um testemunho fundamental para estudos realizados e teorias formadas acerca do assunto”. Os investigadores, provenientes dos mais diversos países como Rússia, Austrália, China, EUA, República Checa, Reino Unido, Espanha, Dinamarca e França, estudarão formações geológicas existentes no território de Valongo, mais propriamente na Serra de Santa Justa e Pias.

Em 1994, a Câmara Municipal de Valongo, em colaboração com o Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto decidiu arrancar como projecto do Parque Paleozóico de Valongo, dedicado à importância do património geológico existente na Serra de Santa Justa.



Geólogos internacionais investigam formações raras em Valongo

Reflexão:  Os vestígios do período Ordovícico, durante o qual ocorreu o apogeu das trilobites, existentes na Serra de Santa Justa e Pias, têm suscitado o interesse dos especialistas nacionais e internacionais. Portugal pode ajudar bastante na descoberta de algo que poderá ser importante para a nossa história. 
Texto escrito por Margarida, Flávia e Rui com o auxilio dos seguintes sites: