sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Magnitude de sete ameaça Lisboa

“Existem três grandes falhas sísmicas que afectam a região da grande Lisboa e que são muito provavelmente activas: a Falha de Vila Franca de Xira, a Falha do Pinhal Novo e a Falha de Samora Correia – Alcochete”. Esta é a principal conclusão de um recente estudo realizado por Carlos Cancela Pinto, investigador da Unidade de Recursos Minerais e Geofísica do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG).

Ao Ciência Hoje o geólogo revelou que “foi calculado o sismo máximo expectável para cada uma das falhas e chegou-se à conclusão que a primeira poderá gerar um sismo de magnitude 7.06, a segunda de 6.42 e a terceira 6.52”.

A descoberta permitiu “identificar as falhas geológicas capazes de gerar sismos e destruição e perda de vidas na região da grande Lisboa”, afirma Carlos Cancela Pinto.

Investigador Carlos Cancela Pinto
Reflexão: Com base nos resultados foram interpretadas novas falhas, o que só demonstra que este tipo de descobertas são muito importantes, e uma mais valia para o país.

Texto escrito por Margarida, Flávia e Rui com a ajuda dos seguintes sites:
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52576&op=all - texto
http://www.cienciahoje.pt/files/52/52578.jpg - imagem



terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Sismo no Peru

Um sismo de 6.2 na escala de Richter abalou o sul do Peru, na madrugada desta segunda-feira, provocando pelo menos 60 feridos.

De acordo com o Instituto de Geofísica do Peru, o epicentro do terramoto localizou-se a 47 quilómetros a sudoeste de Ica e a 48 quilómetros de profundidade. 

O abalo sísmico feriu 60 pessoas, que foram transportadas para hospitais e postos médicos, de acordo com o presidente regional, Alonso Navarro.

Segundo fontes médicas, houve registo de fraturas, contusões e cortes, mas não se verificaram casos de perigo de morte.


Texto escrito por Margarida, Flávia e Rui com o auxilio dos seguintes sites:

sábado, 14 de janeiro de 2012

Vaga de frio já causou 89 mortos na Europa

A vaga de frio dos últimos dias já provocou pelo menos 89 vítimas mortais na Europa.

Em Kiev, na Ucrânia, os números oficiais confirmam 43 mortos nesta semana. O frio levou ainda a que mais de 700 pessoas fossem hospitalizadas, depois de terem sofrido hipotermia ou outros problemas de saúde.

Na Polónia, as temperaturas desceram abaixo dos 30 graus negativos. Desde a última sexta-feira vinte pessoas morreram no país por causas associadas ao forte frio que se faz sentir.

Estas condições meteorológicas estão a chegar a alguns países do sul da Europa. Na Grécia algumas escolas foram encerradas por precaução. Em Itália há registos, segundo o jornalPúblico, de camiões que foram impedidos de circular nas autoestradas e até de partidas de futebol adiadas devido às temperaturas. Duas mulheres morreram devido ao frio na Alemanha.

Ma Bulgária estão confirmadas dez mortes causadas pelas condições meteorológicas. Um sem-abrigo foi encontrado morto na República Checa pelos mesmos motivos, enquanto na Eslováquia são dois os mortos devido ao tempo.



Vaga de frio
Texto escrito por Margarida, Flávia e Rui com a ajuda dos seguintes sites:
http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=313527  - Texto
http://www.abola.pt/img/fotos/mundos/lusa/vagadefrio.jpg  - imagem

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Europeus e Asiáticos são descendentes de Africanos

Os europeus e os asiáticos descendem de um mesmo grupo de africanos que chegou à Península Ibérica há cerca de 60 mil anos. A conclusão é de um estudo coordenado por uma cientista portuguesa e publicado numa revista científica norte-americana.

Usando a comparação genética entre 85 naturais do sudeste asiático e 300 europeus, o estudo diz ainda que, após a chegada à Península Ibérica, os descendentes terão rumado em várias direções: uns foram para a Ásia, divergindo depois para a Austrália há cerca de 50 mil anos, e outros foram para a Europa 10 mil anos depois.

Luísa Pereira, investigadora do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), realizou o trabalho com colaboração de seis cientistas portugueses e cinco estrangeiros.

Os migrantes conseguiram atingir a Austrália antes do continente europeu, porque na altura o hemisfério norte atravessava uma era gelada. Já no sul, a terra era mais árida e os oceanos tinham um nível mais baixo, levando a que a Austrália tivesse sido colonizada primeiro que a Europa.

Evolução do Homem
Reflexão: É bastante interessante perceber que apesar de já ter sido à muitos milhares de anos ainda se consegue perceber e chegar ao nosso passado com alguma exactidão.

Texto escrito por Margarida, Flávia e Rui com a ajuda dos seguintes sites:




domingo, 8 de janeiro de 2012

Avalanche no Japão


Uma avalanche de neve provocou três vítimas mortais esta semana, em Akita, no Japão.
As três pessoas estavam numa fonte termal quando foram surpreendidas pela neve, que as terá soterrado.

Segundo fontes oficiais, têm decorrido com mais frequência fortes nevões no Japão, desde o final de 2011. Desde o último mês de novembro já terão morrido 56 pessoas devido à neve e mais de 750 sofreram ferimentos.

O Governo japonês procura agora soluções para enfrentar o problema, com o primeiro-ministro Yoshihiko Noda a convocar uma reunião extraordinária para debater medidas de combate à situação.

Avalanche no Japão
Reflexão: É muito importante saber noticias de outros países, principalmente do Japão, que neste momento está a ajudar a retirar o nosso país do «buraco financeiro». Esta noticia chamou-nos à atenção porque embora as avalanches sejam a ameaça mais assustadora,a maioria destas vitimas mortais eram pessoas que estavam a trabalhar, a tentar retirar a neve dos seus carros e das suas casas.

Texto escrito por Margarida, Flávia e Rui com o auxilio dos seguintes sites: 
http://oglobo.globo.com/blogs/lafora/- texto
http://www.google.com/imgres?um=1&hl=pt-PT&biw=1280&bih=666&tbm=isch&tbnid=JIAcznYqOot17M:&imgrefurl=http://oglobo.globo.com/blogs/lafora/&docid=G4ywUa4p5Cng3M&imgurl=http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2012/02/413_214-neve.jpg&w=250&h=162&ei=0x0rT7SlC46p8QOkmbXvDg&zoom=1&iact=hc&vpx=1038&vpy=376&dur=40&hovh=129&hovw=200&tx=130&ty=73&sig=108935237576296443568&page=1&tbnh=129&tbnw=195&start=0&ndsp=15&ved=1t:429,r:9,s:0 - imagem

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Carta Geológica

Carta geológica é um mapa onde são encontradas informações geológicas. Devem ser mostradas informações sobre o que está por baixo da superfície terrestre. É possível, então, representar numa carta geológica o seguinte:
·         Tipo, idade relativa e localização das diferentes formações geológicas;
·         Tipo e localização do contacto entre os diferentes tipos de litologia;
·         Tipo e localização dos depósitos de superfície;
·         Direção e inclinação das rochas estratificadas;
·         Tipo e localização de aspetos relacionados com a deformação das rochas;
·         Base topográfica que serve de apoio à cartografia geológica.
As cartas geológicas de hoje devem também representar a coluna estratigráfica, que relaciona as várias unidades em termos cronológicos, colocando em evidência o tipo de contacto e a eventual existência de descontinuidade entre elas e o(s) perfil(s) interpretativo(s) definido(s) segundo direções que permitem uma melhor interpretação das principais estruturas geológicas existente em certa região.
Exemplo de uma carta cartográfica

Reflexão: É muito importante e muito útil as Cartas geológicas  para a prospeção e exploração de recursos energéticos, minerais e exploração de águas subterrâneas; a seleção e caracterização de locais para a implantação de grandes obras de engenharia; estudos de caracterização e preservação do ambiente; estudos de previsão e de prevenção de fenómenos naturais, como, por exemplo, atividade e vulcânica e estudos científicos.
Texto escrito por Margarida, Flávia e Rui com a ajuda dos seguintes sites:
http://bgnaescola.files.wordpress.com/2010/02/carta_geologica_portugal1.jpg -imagem

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Cartografia

Cartografia é a ciência que trata da conceção, produção, difusão, utilização e estudo dos mapas. O vocábulo foi pela primeira vez proposto pelo historiador português Manuel Francisco Carvalhosa, 2.ºVisconde de Santarém, numa carta datada de 8 de Dezembro de 1839, de Paris, e endereçada ao historiador brasileiro Francisco Adolfo de Varnhagen, vindo a ser internacionalmente consagrado pelo uso. 
A cartografia encontra-se no curso de uma longa e profunda revolução, iniciada em meados do século passado, e certamente a mais importante depois do seu renascimento, que ocorreu nos séculos XV e XVI.


 Texto escrito por Margarida, Flávia e rui com a ajuda dos seguintes sites: